Naqueles lagos que vão dilatando as suas águas quietas, quietas, frias as suas tristes águas, tristes, mortas, com a neve dos lírios inclinados naquelas rochas e naquele rio que murmura baixinho, eternamente, naquela selva negra, e ao pé do charco de sapos e camaleões inertes, nos asquerosos antros de vampiros, nos mais soturnos e malditos cantos, nas mais escritas e tristonhas frestas, encontra o viajante, estarrecido, memórias do Passado, brancas formas que passam, que suspiram, que estremecem, lívidas formas dos que há muito foram, agoniados, para a Terra... e o Céu.

edgar allan poe

Trend Topics(tags)

adorno agua alien alma amigo amizade amor ano anonimo aristoteles bom buda cabo casamento cerveja cinema clarice lispector cola democracia deus dinheiro dor dormir drama drogas educacao energia esp espirito esporte felicidade filhos friedrich nietzsche gandhi guerra hebbel homem humanidade ir isabel allende jornalista liberdade lula mae marques marques de marica melhorar mentira mesa morte mulher mulheres mundo nada nunca padre antonio vieira palavras papel pensamento pizza politica politicos professor prov proverbio proverbio alemao proverbio portugues relogio saco seguranca semana shaw sociedade sol teatro trabalhar trabalho verdade vida xuxa